terça-feira, 15 de novembro de 2011

Santa Mônica exemplo de Família


Santa Mônica: 

Exemplo de mãe e esposa apresenta "fórmula para não brigar"




Ela desejava dedicar-se à vida de oração e da solidão (como seu nome indica) mas seus pais dispuseram que tinham que casar-se com um homem chamado Patrício. 



Este era um bom trabalhador, mas com um terrível mal gênio, e além disso mulherengo, jogador e sem religião e nem gosto pelo espiritual.

- Podemos perceber nesse trecho do texto que a família começa a ser desestruturada logo de começo, por que como um homem com esses defeitos apontados pode criar e conduzir uma família? Será esse os exemplos que devem ser repassados aos filhos? E que tipo de cidadãos, de seres humanos vão se transformarem recebendo uma criação dessas? No mundo atual podemos ver muitos "PATRÍCIOS" desses, e eles estão bem próximos do que agente imagina, na novela Fina Estampa podemos ver um caso desses, mais um caso mais grave, por que o ator bate na mulher, no que é diferente com o marido de Santa Mônica que não bate nela, apesar de ser um homem amargo. Calculando por "A" mais "B" podemos perceber que um ser humano "SEM RELIGIÃO" como diz no trecho acima, pode carregar consigo somente coisas negativas, carregar em seu coração a escuridão das trevas, por que a pessoa sem religião, sem conhecer a Deus, ela não conhece a LUZ que inunda nosso ser, e este é o motivo dela ser negativa, e viver na escuridão das trevas.

A fez sofrer e por trinta anos ela teve que aguentar os tremendos estalidos de ira de seu marido que gritava pelo menor motivo, mas este jamais se atreveu a levantar a mão contra ela. Tiveram três filhos: dois homens e uma mulher. Os dois menores foram sua alegria e consolo, mas o mais velho Agostinho, a fez sofrer por dezenas de anos.

- Nesse trecho podemos ver a criação dos filhos no meio desse conflito e como já era de se esperar um filho rebelde no qual foi um grande motivo de dor e sofrimento para sua mãe Mônica, este filho nada mais nada menos que Santo Agostinho. Mas antes de chegarmos a conversão de Santo Agostinho, vamos falar mais de Agostinho - o filho rebelde. Hoje em dia o que mais vemos são filhos rebeldes, viciados em drogas, filhos que roubam, filhos que não frequentam escolas ou frequentam para matar professores, dar dor de cabeças para professores, e o grande motivo desta rebeldia é a vida em casa, são as agressões verbais e físicas que os filhos veem. E assim vão crescendo desiludidos com a vida, sem notar que existe um DEUS todo poderoso que pode converter uma vida de sofrimento, mas esses filhos não conhecem esse Deus todo poderoso por que não querem? Não, eles não conhecem por que não tem ninguém para os conduzir ao caminho do Reino, os pais só sabem viver na violência dentro de casa, se um catequista ou qualquer outro membro da comunidade convidar e tentar incluir essa criança numa catequese, na missa, os pais não dão a mínima, e muitos falam que o trabalho da comunidade é uma besteira. Mas está aí o exemplo de Santa Mônica, ela como mãe não podia abrir a cabeça do filho e do marido e mudar totalmente a cabeça deles, (quem dera), a única solução foi rezar, rezar e rezar, entregando nas mãos de Deus sua família.

Na região onde Mônica morava as pessoas eram sumamente agressivas, as demais esposas perguntavam a Mônica porque seu marido era um dos homens de pior gênio em toda a cidade, mas não a agredia nunca, e ao contrário os esposos delas as agrediam sem compaixão. 

Mônica respondeu-lhes: "É que quando meu marido está de mal humor, eu me esforço para estar de bom humor. Quando ele grita, eu me calo. E como para brigar precisam de dois e eu não aceito a briga...não brigamos". Esta formula fez-se célebre no mundo e serviu a milhões de mulheres para manter a paz em casa.

- Esse trecho é bonito de se ler, fala-se que na região onde Mônica morava era uma região violenta, de pessoas agressivas, agora vem a pergunta: Quantas regiões dessas ainda existem? Em todo lugar, é o que vemos direto na TV, pessoas matando, brigando, famílias se matando, e por aí vai. Só que todos temerem do grande e violento marido de Mônica, as pessoas se perguntavam por que ele só a agredia verbalmente e não a tocava para agredi-la fisicamente. E olha o que Santa Mônica responde: É que para brigar precisam de duas pessoas, e eu me calo, não aceito a briga.
Bonito essa resposta não é? E talvez precisamos ter essa humildade de Santa Mônica, as vezes achamos que se gritarmos mais alto do que o outro vamos resolver os problemas naquele momento, mas nos enganamos, pois violência gera violência, e no silêncio por que não rezar pela pessoa estérica e nervosa? Pedi para que o divino espirito santo pouse sobre ela e que sobre ela faça sua morada. Tem um ditado que eu sempre comento que é assim: Pra mim o silencio vale ouro e a fala vale prata, e sabe qual prefiro? O silencio, pois ele vale mais, vale ouro.

Patrício não era católico, e ainda que criticasse o muito rezar de sua esposa e sua generosidade tão grande com os pobres, nunca se opunha a que ela se dedicasse a estas boas obras, e quiçá por isso mesmo conseguiu sua conversão. 

Mônica rezava e oferecia sacrifícios por seu marido e ao fim alcançou de Deus a graça de que no ano 371 Patrício se deixasse batizar, e que o mesmo o fez a sogra, mulher terrivelmente colérica que por meter-se demasiadamente no lar de sua nora tinha amargado a vida da pobre Mônica.

- O marido criticava a fé de Santa Mônica, e o que mais acontece é isso hoje em dia, ao ver as pessoas nas missas, rezando um texto, participando da vida religiosa em comunidade, elas criticam, debocham, chamam as pessoas de fé de beatos e beatas, chamam de pessoas cafonas. Entre essas críticas podemos sentir a presença de Deus em nós, por que entre elas  temos forças para continuar na fé e ao encontro do Reino, enquanto essas pessoas que criticam podemos ver a falta de Deus nelas, e é onde que temos que ter compaixão e rezar por elas, e assim foi como Santa Mônica, rezou e ofereceu sacrifícios pelo seu marido, e Deus vendo o tamanho daquela fé, uma fé que movia montanha, Deus deu a graça de conversão do marido e filho de Santa Mônica, onde o que parecia impossível se tornou - se real. A conversão de Santo Agostinho foi dada de tanta oração e fé, Santa Mônica pediu ajuda das pessoas para pedir e rezar pelo seu filho, ela o recomendou-o a diversos bispos, entre estes a um, que também tinha pertencido à Maniqueus. Este muito a animou, dizendo-lhe: "O coração de teu filho não está ainda preparado, mas Deus determinará o momento. Vai e continua a rezar: é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas". O impossivel não é não se converter, o impossível é uma mãe de joelho dobrado, com lágrimas de sofrimentos, rezando e pedindo a Deus salvação por seu filho, e não receber as graças de Deus. 


Peçamos a intercessão de Santa Mônica para que verdadeiramente nos preocupemos com o principal: "Educar os filhos na doutrina e no temor de Deus", com a paciência dos santos, que tudo espera e tudo sofre, na certeza de que só pelo caminho da Cruz é que poderemos garantir a nossa salvação e das pessoas mais próximas que conosco convivem, ou seja, nossa família.

Acho esse um ótimo tema para reunião de pais na catequese, Santa Mônica é um exemplo para as mães que sofrem em suas famílias hoje em dia. 
Jonathan Cruz


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Tirando dúvidas:
Participantes do AMIGO SECRETO, os presentes poderão ser enviados somente a partir do dia 30 de novembro de 2011 até dia 08 de dezembro de 2011, por isso não enviem antes ok?

Atenciosamente,

Jonathan Cruz

4 comentários:

  1. Muito bom esse post sobre santa Mônica...há se todas a mães fossem como santa Mônica.
    Sou até suspeito em elogiar esse post,porque a minha comunidade tem a graça de ser dedicada a ela e a seu filho santo agostinho...e vc não sabe o quanto é especial para a gente festejá-los.
    parabéns pelo post...fiquei muito orgulhoso de ver mais um escrito sobre a grande "Mônica".

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  2. OI querido , passando pra deixar um beijo e perguntar se teria uma data pra todos revelarmos nos blogs quem tiramos? Ou quem sabe, poderíamos marcar um encontro numa sala de bate papo pra revelarmos, sei lá... Bjus,]
    Clécia

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  3. Que linda história desta santa que soube realmente ouvir a voz de Deus e evangelizar por meio da música!

    Parabéns sempre!
    Abraço.

    grupopcv.blogspot.com

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  4. Está escrito em Ezequiel 33,8-9."Se eu disser ao pecador que ele deve morrer, e tu não o avisares para pô-lo de guarda contra seu proceder nefasto, ele perecerá por causa do seu pecado, mas a ti pedirei conta do seu sangue. Todavia, se depois de receber tua advertência para mudar de proceder, nada fizer, ele perecerá devido ao seu pecado, enquanto tu salvarás a tua vida". Por isso não entendo o silêncio perante o adultério. Meu marido na adolescência começou a ir a igreja para chamar a atenção da mãe (católica) que o preteria frente aos irmãos, já que lá os irmãos não gostavam de ir.Se saiu muito bem, enganou muitos.Enganou,porque diz com muito orgulho que separa amor de sexo, que não sabe se é um dom que Deus deu para ele.Na cabeça"cristã" dele,ele cumpre o que Deus manda,"ama" a esposa e tem casos nos lugares onde trabalha, com prostitutas de rua, com mulheres casadas.Se vai a uma missa mais movimentada,não perde tempo em ouvir orações, fica paquerando,e olhando para as partes íntimas da mulheres.Depois que casou ele vai a igreja porque eu vou e para não falarem mal dele,senão já tinha abandonado.Ele comunga com a "consciência tranquila".Como eu toco violão na igreja ele resolveu cantar,posa de bom marido,tanto,que o padre nos chamou para participar do curso de noivos. O sacerdote (mais um enganado) disse que como ele (meu marido) é médico e segue a dourina católica poderia dar o testemunho. Pasmem,meu marido,animado,aceitou o convite. Que testemunho ele iria dar?Método contraceptivo pregado pela igreja católica?Só se ele usou com as prostitutas e amantes, porque com a esposa nunca fez menção de usar. Que testemunho ele iria dar?Ele dissimula, mente, mas está convicto de que ele cumpre fielmente o que Deus manda.Mas ele tem outro deus que rege a vida dele, um terapêuta: Reich, (meu marido é terapêuta Reichiano e diz que foi o único do grupo que foi tido como carater genital,que segundo Reich,é um ser que separa sexo de amor e portanto é superior. Porque segundo Reich,praticar o sexo livre, desde a infância,o homossexualismo e o aborto(filhos atrapalham a vida sexual) é que propõe ao ser humano a libertaçã,se o mundo fosse feito de pessoas com carater genital, não teríamos guerras).Como eu o alertei que isso não é próprio do cristão e que leva a patologias como a patologia relatada no filme Shame, ele mudou rapidinho o discurso para se safar da terapêuta, do psiquiatra, dos padres.Rezar?Estou Rezando a 14 anos, se já fiquei em silêncio? Já, ele achou que eu tinha entendido a "necessidade" ou "superioridade" dele. Ele acha que eu tenho que aceitar o adultério dele, as maltratações, as humilhações, as DST...o meu silêncio o deixou mais convicto de que ele estava certo.A terapêuta diz que o problema não tem nada que ver comigo, mas com a família dele e que ele desconta em mim por que eu estou mais próxima.Pensem na tortura que é viver assim? O que Deus quer de mim? Como ajudar a converter um homem que acredita ser convertido e que adultera e mente sem nenhum arrependimento? Ontem na missa o sacerdote falou que via a imagem de Santa Mônica e Nossa Senhora com uma toalha embanhada no Sangue de Cristo e que estava passando no rosto de muitas mulheres que foram enganadas e que elas estariam sendo libertas. Eu tomo posse dessa graça, Santa Mônica e Nossa Senhora, eu tomo posse, porque também está escrito na Bíblia,"mulher,você não sabe se pode salvar seu marido".Se for de Deus eu aceito e imploro a misericórdia Dele em minha vida para que eu saiba fazer a vontade dEle, mas se for para passar esse sofrimento todo por nada, se não for para louvor e honra de Deus meu Senhor eu jogo tudo isso na Cruz de Jesus e pelo sangue precioso do meu Senhor eu serei liberta sim, para a honra e glória de Deus!Régia

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Jonathan Cruz

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