quinta-feira, 23 de junho de 2011

BULLYING: MITOS E VERDADES

Hoje, passando pelo site da psicopedagoga Clara, ela relata que no Jornal Notisul encontrou um ótimo texto de Patrícia Pozza na coluna Caminhos da Educação. Ela trabalhou com pais de alunos de uma escola sobre os mitos e as verdades do bullying e escreveu sobre alguns pontos dialogados no colégio. 
Para começar, Patrícia comenta sobre a grande repercussão de alguns casos de violência na escola, divulgados pela mídia, e do desconhecimento do que realmente seja este tipo de violência, existe a tendência de acreditar-se que todos os atos violentos que ocorram na escola são bullying.
Assim, como consequência da complexidade do estudo do bullying, muitos pais e profissionais que lidam com a clientela escolar podem considerá-lo algo que não o é. Por isso, é necessário conhecer e reconhecer o fenômeno, a fim de diferenciá-lo das brincadeiras ou atitudes inconsequentes próprias das diferentes idades, além das demais formas de violência.
O bullying “compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima” (Lopes Neto e Saavedra, 2003).
Para que se possa identificar o bullying, é fundamental que se leve em conta os critérios estabelecidos para o diagnóstico deste tipo de violência. São eles:
• Ações repetitivas contra a mesma vítima em um período prolongado de tempo.
• Desequilíbrio de poder, o que dificulta a defesa da vítima.
• Ausência de motivos que justifiquem os ataques.
O bullying se caracteriza por atitudes agressivas (físicas ou verbais), intencionais e repetidas, praticadas por um ou mais alunos contra outro. Não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais pois, os estudantes que são alvos, sofrem esse tipo de violência sistematicamente.
Patrícia mostra que é importante reafirmar que ele é diferente de uma brincadeira inocente, sem intenção de ferir. Também não se trata de um ato de violência pontual, de troca de ofensas no calor de uma discussão, mas de atitudes hostis, que violam o direito a integridade física e psicológica e à dignidade humana.
Portanto, ao analisar uma conduta agressiva, é imprescindível verificar se o ato preenche os critérios estabelecidos para a identificação do fenômeno. Somente depois o devido encaminhamento deve ser dado. Atuando dessa forma, a margem de erro é mínima, e as estratégias de atuação tornam-se mais efetivas.
(retirado do blog da Prof. Joelma)

5 comentários:

  1. ...e no nosso ambiente de catequese, se prestarmos atenção percebemos nitidamente comportamentos bem parecidos e que podemos dizer que é o bullyng... então no período da catequese é uma ótima oportunidade para se tratar desse assunto com nossos catequizandos, pois muito podem estar sendo vítimas ou porque não agressores... Abraços - Imaculada

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  2. JUSTAMENTE IMACULADA. EXISTEM FATOS QUE VIVENCIAMOS NO DIA A DIA QUE PODEM E DEVEM VIRAR TEMA DE UM ENCONTRO DE CATEQUESE. OS PRÓPRIOS CATEQUIZANDO CHEGAM A CITA-LOS NO MOMENTO DO ENCONTRO E BASTA NÓS CATEQUISTAS DEIXAR ESSE ESPAÇO ABERTO E PEDIR O DIVINO ESPIRITO SANTO SABEDORIA PARA QUE PODEMOS FAZER UM COMENTÁRIO QUE TOQUE REALMENTE O CORAÇÃO DE CADA UM.
    VALEU PELO COMENTÁRIO.... ABRAÇO

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  3. estudo em uma escola aqui em Maceió Alagoas ,e nessa instituição de ensino a pouco tempo naum tinhamos esses problemas mais agora estão surgindo e nessa escola sempre á maratona esse tá sendo o tema que estamos trabalhando nessa que vai acontecer dia 18 de novembro ....

    beijos e cada um fazendo sua parte lúh

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  4. OLÁ LÚH, ESTOU TE RESPONDENDO POR AQUI, E ESTOU PREOCUPADO SE MINHA RESPOSTA VAI CHEGAR ATÉ VOCÊ, POIS VOCÊ NÃO DEIXOU EMAIL, NÃO DEIXOU NADA E FICA DIFÍCIL DE NOS APROXIMAR MELHOR. ANTES DE TUDO QUERO AGRADECER SUA VISITA AO MEU BLOG, E AGRADECER MAIS AINDA PELO SEU COMENTÁRIO, O MEU BLOG É TOTALMENTE ABERTO A TODOS OS TIPOS DE COMENTÁRIOS, DE MENOS COMENTÁRIOS COM AGRESSÃO VERBAL E DE BAIXO NÍVEL É CLARO. PELO SEU COMENTÁRIO PERCEBI QUE BULLYING ESTÁ SENDO UMA REALIDADE EM MUITOS LUGARES NÃO É MESMO, E O QUE DEVEMOS FAZER AO NOS DEPARAR COM ESSAS AGRESSÕES É TER UMA FORÇA PSICOLÓGICA, OU SEJA, FAZER DE CONTA QUE NÃO ESTÁ NEM AÍ COM AS AGRESSÕES E DEPOIS DENUNCIAR O AGRESSOR.

    MAIS UMA VEZ MUITO OBRIGADO PELA SUA PARTICIPAÇÃO, E ESPERO CONTAR COM SUA VISITA SEMPRE. DEPOIS MANDE EMAIL, PARA COMUNICARMOS MELHOR.

    UM GRANDE ABRAÇO,

    JONATHAN CRUZ

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  5. O que gera o bullying é a sensação de superioridade que algumas pessoas tem em relação ás outras e por isso se sentem no direito de ofender e discriminar.O bullying é tão cruel que aniquila a autoestima da pessoa e também tem que ser levado em conta o objetivo do bullyimg que é o isolamento total da vitima de relaciomamentos. Fofocas e difamações o que intimida as pessoas a se socializarem com a vitima, o que a torna depressiva.

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Jonathan Cruz

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